—Prometti...

—Quando?!

—Uma noite que a mãe sahiu, elle veio adiante do pae...

—Porque me não disseste esse encontro, se elle te pareceu innocente?

Assucena baixou, corrida, os olhos, e limpou duas lagrimas, que lhe tremiam nas pestanas. Ergueu-se impetuosamente, e escondeu a face no seio de sua mãe, que chorava com ella.

—Foram tardias todas as minhas reflexões, minha filha?—disse a mãe com a voz cortada, procurando vêr a face de Assucena.

—Não foram... Eu serei o que minha mãe quizer que eu seja; mas não sei porque devo maltratar um homem, que lhe merece tantas provas de estima.

—Eu não te digo que o maltrates...

—Se elle me procurar, não lhe fallo.

—E porque não?