—Favor!... que quer, minha querida mãe?

—Esquece Luiz da Cunha.

—Esquecêl-o...

—Se não pódes esquecêl-o... resigna-te, não alimentes esperanças, não lh'as dês a elle...

—Isso sim... isso posso fazêl-o... Quer minha mãe que eu me recolha já hoje ao convento?

—Nem tanto, meu anjo, nem tanto!... Irás quando tens de ir...

—Mas eu não devo vêl-o mais...{43}

—Porque não? Assim o amas?!

—Pensei que poderia vêl-o todos os dias. Não queria senão ser sua irmã. Diz a mãe que não posso... não o serei; mas não tenho coragem... não sei como hei de dizer-lhe que o não sou, porque elle ha de perguntar-me a razão porque não sou sua irmã, sua amiga, e eu não sei o que hei de responder-lhe.

—Mas... prometteste-lhe tu essa estima de irmã?... Córas!... responde, Assucena.