—O pai consentiu!—disse ella abafada pela commoção.
E Casimiro, desprendendo-se dos braços de Christina, foi cingir com o peito o sereno Ladislau, que ficara segurando as redeas da egua.
—Meu salvador!—exclamou o moço.
—Seu amigo, como amigo de todos os infelizes que amam!—disse Ladislau e ajuntou logo:
—O senhor que está aqui é que meu cunhado melhorou.
—O sr. vigario veio confessar um moribundo na aldeia, que está ao fundo da serra, e eu, com licença d’elle, vim até aqui para ver o fumo da casa de Villa Cova.
—Bem!—tornou Ladislau.—Vamos.
—Eu vou a pé—disse Christina—dá-me o teu braço, Casimiro.
—Ámanhã—atalhou Ladislau—ámanhã se encostará ao braço de seu marido, minha senhora.
Christina córou; e Casimiro tomou as redeas da egua para ella saltar ao albardão.