Foi, pois, bem natural o sobresalto de Luiz da Cunha quando viu na lista o nome Francisco José de Proença. Guiaram-no ao quarto d'elle. Proença, com o coração alvoroçado da surpresa, abraçou Luiz.

—Tu aqui!...—exclamou elle.

—Não imaginei encontrar-te fóra do Rio!

—Vens de lá? Já vejo que não.

—Venho da Europa. Ha que tempo sahiste do Rio?

—Ha tres mezes. Tu ignoras tudo, pelo que vejo.

—Se ignoro tudo!... Sei que Marianna está lá...

—Sabes que ella está lá? E sabes como ella está?

—Doente, talvez...

—Doente, não... morta.