—Ha, ha...
—Como sabes que ha?!
—Não é só a peste, é tambem a morte para esta desgraçada mulher, que trazes pelos cabellos a ser testemunha das tuas infidelidades... dos teus desprêsos...
—Isso é uma calumnia, Marianna.
—Não vamos para Paris, meu querido amigo... não vamos, não? Já vi tudo.... não quero vêr mais nada de lá. Vamos para a Italia... sim?
—Iremos; mas é necessario fazer escala por Paris.
—Tenho entendido... hei de ser morta por essa mulher!...
—Que mulher?!
—Carlota...
—Ora adeus! quem zombou assim da tua credulidade? Eu não sei d'essa mulher.